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Belo Horizonte, 17 de maio de 2018

 

Justiça vê possibilidade de fraude em registro de estatístico e suspende divulgação de pesquisa eleitoral

A Justiça Eleitoral suspendeu a divulgação de duas pesquisas eleitorais registradas por Stephson Kim Nunes Guimarães que seriam divulgadas nesta quinta-feira, 17 de maio, e no domingo, 20 de maio.

Para a Justiça, há dúvidas quanto ao registro do estatístico responsável pelas sondagens.

Proprietário de uma microempresa individual com seu próprio nome, Stephson Kim declarou ao TRE que ele mesmo estava contratando as pesquisas para o seu próprio veículo de comunicação. Stephson Kim também disse ser o estatístico responsável.

Na decisão, o TRE determinou que as pesquisas só podem ser divulgados após o autor comprovar perante a Justiça que é mesmo um estatístico. “Concedo a tutela de urgência para, inaudita altera pars, determinar à impugnada que se abstenha de divulgar os resultados das pesquisas TO-00849/2018 (ID 25515) e TO-02527/2018 (ID 25516) até que comprove a inscrição do estatístico responsável em Conselho de Estatística e tal comprovação seja aceita por este julgador, sob pena de multa de R$ 53.205,00 (cinquenta e três mil e duzentos e cinco reais), por eventual descumprimento do comando judicial pela impugnada”, frisa a decisão do TRE.

Para suspender a divulgação das pesquisas, o TRE acatou pedido da coligação “A Verdadeira Mudança”. Nos autos do pedido, constam e-mails dos conselhos federal e regional da 1ª Região de Estatística que informam não ter nos seus registros o número de inscrição passado por Sthepson Kim à Justiça.

Entre os pedidos da coligação, está o envio dos autos com eventuais indícios de crimes cometidos pelo autor da pesquisa ao Ministério Público. Conforme a assessoria jurídica da coligação “A Verdadeira Mudança”, se comprovado os fatos, Sthepson Kim poderá incorrer em crimes de falsidade ideológica, já que possivelmente inseriu dados falsos no sistema de pesquisas da justiça eleitoral, bem como exercício ilegal da profissão. (Em anexo, a decisão da Justiça).

decisaokim

Fonte:http://surgiu.com.br/2018/05/16/justica-ve-possibilidade-de-fraude-em-registro-de-estatistico-e-suspende-divulgacao-de-pesquisa-eleitoral/

 

Belo Horizonte, 17 de maio de 2017

Melhor profissão do ano nos EUA deve explodir no Brasil. Entenda

No mercado americano, a carreira de estatístico registra altos níveis de satisfação em quesitos como renda e perspectivas de ascensão. Veja como é no Brasil

 

Profissional observa dados: estatística foi considerada a melhor profissão de 2017 nos Estados Unidos (Rawpixel/Thinkstock)

 

São Paulo — Coletar, organizar e interpretar dados para sustentar a tomada de decisão em instituições públicas ou privadas.

Esse é o resumo da profissão do estatístico, apontada como a melhor de 2017 nos Estados Unidos por um recente estudo do site CareerCast

Segundo o levantamento, a ocupação registra altos níveis de satisfação em quesitos como renda, estresse, ambiente de trabalho e perspectivas de ascensão. As habilidades do estatístico ajudam a produzir sentido e orientar estratégias em um mundo cada vez mais abarrotado de números e dados.

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Não à toa, o cientista de dados — outra possível ocupação para quem se forma em estatística — ficou em 5º lugar no ranking do CareerCast.

No mercado de trabalho norte-americano, a perspectiva é que a empregabilidade dos estatísticos salte nada menos do que 34% nos próximos 7 anos.

Mas, se essa é a realidade da profissão nos Estados Unidos, o que dizer do Brasil?

Na visão de Magda Carvalho Pires, professora e coordenadora do curso de estatística da UFMG (Universidade Federal de Minas Gerais), a profissão também está entre as mais satisfatórias do momento no país e as oportunidades devem continuar se multiplicando nos próximos anos. 

“Aqui o cenário não é diferente dos Estados Unidos: há muita busca por profissionais da área, e o número anual de graduados é pequeno frente a essa demanda”, explica ela. Como há muitas vagas e poucos candidatos, os salários estão crescendo.

Nem sempre foi assim.  “Ser reconhecido pelo mercado como um profissional com potencial estratégico para a organização foi um desafio para o estatístico, pois ele era visto como um mero ‘fazedor de contas’ ou alguém que só trabalharia no censo do IBGE [Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística] e nas pesquisas de intenção de voto em época de eleições”, explica Pires.

Com o tempo, empresas e órgãos públicos foram percebendo que, num mercado cada vez mais competitivo, as decisões para redução de custos e para a melhoria na eficiência não poderiam ser tomadas com base em “achismo” ou em fatos isolados: era preciso contratar profissionais capazes de fazer uma leitura analítica dos dados.

Hoje, diz a professora da UFMG, há uma enorme oferta de oportunidades no setor financeiro, telecomunicações, indústrias, marketing e o próprio governo, por meio de concursos públicos em suas agências como Anatel, Aneel e Anvisa, além de ministérios.

A profissão é regulamentada desde 1968 e hoje conta com o Conselho Federal de Estatística (CONFE), além de 7 conselhos regionais (CONRE).

A profissão mais “sexy” da década

Para Júlio Trecenti, vice-presidente do CONRE-3 (Conselho Regional de Estatística da 3ª região – SP, PR, MT, MS), a carreira tem aplicações em qualquer setor. “Mais recentemente, temos visto um crescimento na demanda por estatísticos em setores como direito e saúde, que não costumavam contratar esse tipo de profissional no passado”, explica.

Afinal, números e dados estão em absolutamente tudo — e sua análise pode ser tão útil quanto surpreendente.

O blog da empresa “Curso-R”, criado por Trecenti e outros ex-alunos do IME-USP (Instituto de Matemática e Estatística da Universidade de São Paulo) mostra alguns exemplos interessantes desse fato. Há ilustrações bem-humoradas de como a estatística ajuda a entender o uso das cores nos filmes de super-herói, a popularidade do canal “Porta dos Fundos” e até as expressões faciais de Aécio Neves, por exemplo.

Essa divulgação do lado divertido da estatística tem ajudado a quebrar o estereótipo de que essa é uma profissão árida ou desinteressante. “Com o aumento do interesse pela política, por exemplo, surgiu a Operação Serenata de Amor, que analisa dados de contas públicas, descobre fraudes e contribui para o combate à corrupção no Brasil, e gerou um grande buzz na sociedade”, diz Trecenti. “É uma prova de que as pessoas enxergam cada vez mais a importância desse campo do conhecimento para as suas vidas”.

Ainda assim, a quantidade de jovens interessados no curso de estatística ainda é relativamente pequena no Brasil.

Segundo Denise Silva, pesquisadora e coordenadora da ENCE (Escola Nacional de Ciências Estatísticas), vinculada ao IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), muitos vestibulandos com aptidão para ciências exatas ainda preferem prestar engenharia.

“A carreira não tem tanto status no Brasil, porque nossa cultura ainda privilegia carreiras mais tradicionais”, explica ela. “Apesar de não ter salários iguais aos da engenharia, sempre sugiro aos jovens com gosto pela área quantitativa para experimentarem a estatística”.

A pesquisadora da ENCE lembra a previsão de Hal Varian, economista-chefe do Google que disse em 2009 que estatística seria profissão mais “sexy” da década, e acrescenta que “o céu é o limite” para as perspectivas de crescimento desse mercado no Brasil.

Mesmo com a crise? Para Silva, o mau momento da economia também atinge os estatísticos, mas em menor grau do que outros profissionais. “Nossos alunos não estão preocupados”, diz ela. “Especialmente em São Paulo, nos bancos e indústrias, a empregabilidade da área continua boa”.

Na opinião de Trecenti, o estatístico não viu a crise acontecer. Na verdade, diz ele, o mercado “explodiu” no Brasil nos últimos anos — até graças à recessão econômica. As adversidades fizeram as empresas buscarem aumento de eficiência e corte de custos, missão para a qual o estatístico é uma figura valiosa.

Salário pode chegar a R$ 30 mil

Um estudo do Ipea (Instituto de Pesquisas Avançadas) apontou que o estatístico tinha em 2013 a segunda melhor remuneração do país: uma média mensal de 5.416 reais, atrás apenas dos médicos, que ganhavam em média 6.940 reais por mês.

Pires diz que, embora não haja uma pesquisa oficial que indique o salário médio no Brasil para a profissão, a análise das vagas de emprego abertas nos últimos anos indica que a remuneração inicial está entre 2,5 e 4 mil reais. Já a contrapartida financeira para cargos de gerência ou diretoria pode alcançar até 30 mil reais.

Segundo o CONRE-3, consultores chegam a cobrar 400 reais por hora e os estagiários podem receber bolsa de até 2.500 reais.

Veja abaixo os salários em regime de contrato CLT (40 horas semanais) sugeridos pelo CONFE (Conselho Federal de Estatística) em 2017, de acordo com o grau de qualificação do profissional:

 

Qualificação

Salário médio sugerido (R$)

Bacharel

3.528,73

Especialista

4.538,74

Mestre

5.994,10

Doutor

7.104,12

O perfil de quem se dá bem

De acordo com Pires, é obrigatório que o estatístico tenha aptidão para matemática e apetite por exatas de forma geral, já que lidará sempre com números. Também deve ter fortes habilidades computacionais, uma vez que seu trabalho se baseará fortemente em softwares e bancos de dados.

“Além disso, deve ter boa capacidade de interagir com equipes multidisciplinares e ser criativo para transmitir eficientemente a informação gerada pelos números”, explica a professora da UFMG.

A comunicação, aliás, é uma das habilidades mais valorizadas em um estatístico pelo mercado. De acordo com Trecenti, o perfil de quem tem sucesso nessa carreira passa longe dos estereótipos: definitivamente não se trata da pessoa que fica “quietinha” num canto do escritório fazendo contas.

Muito pelo contrário. O estatístico precisa saber se expressar muito bem, para que os resultados das suas análises sejam compreensíveis por pessoas de outros departamentos, leigas no assunto. Isso inclui comunicação oral e escrita.

Curiosidade, atenção para detalhes, raciocínio analítico, foco em resolução de problemas e interesse pela metodologia científica completam o rol de competências que caracterizam os melhores profissionais desse mercado.

A capacidade de adaptação também ajuda. Afinal, diz Silva, o estatístico sempre precisará aprender um pouco sobre o negócio em que atua. Se trabalha para uma indústria de refrigerantes, por exemplo, precisa entender sobre o mercado da bebida; se está empregado em um banco, deverá desvendar o universo financeiro; e assim por diante.

Essa flexibilidade significa estar disposto a trabalhar com pessoas de outras áreas e até de outras nacionalidades. Isso porque muitos estatísticos acabam construindo carreiras internacionais.

Fonte: http://exame.abril.com.br/carreira/melhor-profissao-do-ano-nos-eua-deve-explodir-no-brasil-entenda/

Belo Horizonte, 10 de janeiro de 2017

Não faltarão vagas para estas 8 profissões em 2017

 

 

As perspectivas para o mercado de trabalho continuam ruins em 2017. Especialistas em RH acreditam que o ano continuará desafiador e que a taxa de desemprego permaneça alta.

De setembro a novembro de 2016, a taxa de desocupação chegou a 11,9%, a mais elevada desde o início da série, em 2012, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Mais de 12,1 milhões de pessoas estavam desempregadas no período, um aumento de 33,1% em relação ao mesmo trimestre de 2015.

Mas, para algumas profissões, o mercado continua contratando. De acordo com a Robert Half, consultoria de recrutamento especializado, algumas posições estão com alta demanda em 2017. "Apesar das aparentes incertezas, as contratações continuarão, ainda que em ritmo mais moderado e seletivo, com as companhias buscando cada vez mais profissionais com alta capacidade de entrega", acrescentou.

A lista destes profissionais foi baseada na 9ª edição do Guia Salarial da empresa, que reúne informações estratégicas de áreas como engenharia, finanças e contabilidade, vendas e marketing, jurídico, mercado financeiro, recursos humanos, seguros e tecnologia.

Veja abaixo quais as profissões que estão com alta demanda:

Engenheiro de Vendas Técnicas

Formação: Engenharias

Estes profissionais são responsáveis por potencializar as receitas das empresas por meio de vendas consultivas. Eles estão sendo demandados porque as empresas precisam de profissionais que entendam o produto/serviço e que entreguem soluções customizadas ao cliente, agregando valor e aumentando as vendas.

Gerente de Vendas

Formação: Administração, Ciências Contábeis, Economia ou Engenharias

O profissional é encarregado pelas vendas e por aumentar o faturamento, garantindo a lucratividade necessária para a empresa. Em mais um ano de crise, eles são ainda mais necessários, tendo em vista a sustentabilidade do negócio.

Consultor Comercial

Formação: não exige formação específica

Este profissional atua na área comercial das empresas de maneira mais abrangente e generalista, sendo, muitas vezes, alocado por regiões. Segundo a consultoria, eles são demandados porque "promovem a aproximação da empresa com novos clientes e expandem a marca no mercado, garantindo a continuidade dos negócios."

Analista de BI (Business Intelligence)

Formação: áreas de Tecnologia da Informação, Engenharias, Física, Estatística

Por serem responsáveis pela inteligência e estratégia da empresa por meio de análise de dados, esses profissionais estão com alta demanda. "Com a evolução do mundo digital as empresas coletam cada vez mais dados. Este profissional é responsável por interpretá-los, transformando-os em ações para a empresa."

Desenvolvedor Mobile

Formação: Tecnologia da Informação

Cargos de desenvolvimento de aplicativos para dispositivos móveis também estão sendo em alta já que, cada vez mais, empresas investem na criação e melhoria de plataformas digitais. Além disso, existem poucos profissionais com experiência nesse mercado -- o que os tornam ainda mais valiosos.

Desenvolvedor UX

Formação: áreas de Tecnologia

Outros profissionais bastante procurados são aqueles que desenvolvem interface com o usuário. A consultoria avalia que a profissão está em alta porque muitas empresas estão interessadas em melhorar seus resultados de vendas e aumentar a retenção dos clientes.

Analista de Crédito

Formação: Administração, Economia e Engenharias

Os profissionais responsáveis por análise de balanço e a “saúde” financeira da empresa que deseja contrair crédito também estão em alta. "O mercado sinaliza a retomada das atividades comerciais e as empresas sentem necessidade de aumentar o seu fluxo de caixa", disse a consultoria.

Analista de Compliance

Formação: Economia, Administração e Engenharias

Eles são responsáveis por validar se todas as operações da companhia estão sendo realizadas de acordo leis e regulamentos externos e internos e estão em alta demanda porque houve um aumento das regulamentações e normativas estabelecidas por órgãos reguladores nos últimos anos.

Fonte: http://www.msn.com/pt-br/dinheiro/carreira/n%C3%A3o-faltar%C3%A3o-vagas-para-estas-8-profiss%C3%B5es-em-2017/ar-BBy4Mdw?li=AAggXC1&ocid=mailsignout

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